Helena Perdiz

Helena é redatora publicitária, cronista amadora e primeira colocada no ranking mundial de Odeia se Descrever.

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Infográfico | Mulheres Online

Infográfico | Mulheres Online

Na semana passada, o Dia Internacional da Mulher trouxe muitas discussões sobre o real significado da data e o fato dela ter se tornado comercial. Mas, como eu sou da paz, não vim aqui pra discutir porra nenhuma. Vim pra informar, que é bem mais interessante.

(Chupa, galera bravinha!)

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Curta outro curta | Overcast

Curta outro curta | Overcast

Algumas vezes, parece que andamos com uma nuvenzinha nublada em cima da nossa cabeça, levando todo o azar por onde a gente passa, não é verdade? (Você precisa concordar, para o resto do texto fazer sentido, por favor.) Isso, é verdade mesmo. (Obrigada.)

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Infográfico | Seus pais no Facebook

Infográfico | Seus pais no Facebook

Peter Kim é de Seattle e, olha só que honra: meu mais novo correspondente gringo para o ComuniCriação. A partir de hoje, ele vai me enviar infográficos muito bacanas e eu, boazinha que sou, vou traduzir todos pra vocês. Começando com uma facebookada marota nos pais. Afinal, eles estão no seu, no meu e no nosso Facebook.

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Vem ajudar, vem

Vem ajudar, vem

Já ouvi algumas pessoas comentarem que “trabalho social é bom para o currículo”. Se você também pensa assim, essa postagem veio pra dar um grande tapa na sua bunda (e de chinelo Rider 46). Trabalho social é bom para a vida – a de quem ajuda e a de quem a recebe.

E como a gente vive dizendo aqui que “tudo é referência”, que tal usar como exemplo quem faz questão de ajudar?

Descobri no mundo internético lá da minha terra (Jundiaí/SP) o vídeo de uma ONG protetora de animais, a SOS Animais Abandonados. Ela é formada por voluntários e sustentada totalmente à base de doações. Assista para entender melhor.

O vídeo foi criado pela Save Skateboards, uma marca preocupada com causas sociais e culturais, que também mantém um blog envolvendo esses assuntos – vale a pena acessar.

Pra quem perdeu alguma informação do vídeo e ficou a fim de ajudar, a ONG possui um perfil no Facebook e um menu no site que explica as melhores formas de se fazer isso (é só clicar aqui).

Ficam a dica e a inspiração pra quem quer fazer a diferença de alguma forma.

 

Inspiração pra alma

Inspiração pra alma

Rodrigo Blaas é um ex-animador da Pixar e graças a ele você está prestes a ver um curta de animação sensacional – e bem sombrio.

O espanhol “Alma”, escrito e dirigido por Blaas, é de 2009 e foi vencedor de vários prêmios no mesmo ano. Como coisa boa continua boa com o tempo – os clássicos do rock estão aí pra provar, minha gente – nem ligo de esperar quatro anos pra mostrá-lo a você.

Assista. É uma ordem. Poxa vida, por favor, sério mesmo, eu juro que você não vai se arrepender, tô implorando, assiste aí, pô, você não tem nada a perder, eu sei que não tem, eu sei que você quer parar de trabalhar um pouquinho, por favor, por favor, eu juro que é legal, são só cinco minutos, só cinco minutos.

Como eu sei que você sentiu que valeu a pena assistir, aqui vão os créditos, pra você se inspirar e querer ser um desses caras quando crescer.

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Escrito e dirigido por: Rodrigo Blaas

Produzido por: Cecile Hokes

Música: Mastretta

Diretor de arte: Afonso Blaas

Supervisor de iluminação: Jonatan Catalán

Supervisor técnico de personagens: Jaime Maestro

Design de personagens: Bolhem Bouchiba, Carlos Grangel, Sergio Pablos e Santi Agustí

Animação: Daniel Peixe, ManueBover e Remi Hueso

Design de som: Tom Myers e David Hughes

Coordenador de pós-produção: David Heras

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E pra quem ficou interessado em saber mais sobre o curta, é só clicar aqui e passear um pouco pelo site oficial.

A Mônica cresceu. Você também.

A Mônica cresceu. Você também.

2013 já começou importante para o Mauricio de Sousa e, com certeza, para nós (leitores) também: a baixinha, gordinha, dentuça e linda Mônica completou nada menos do que 50 anos – o que me fez lembrar que eu tenho um almanaque especial “Mônica 35 anos” guardado e, cacete, tô velha.

No vídeo abaixo o autor fala um pouco sobre a personagem, inspirada em sua filha (Monica Sousa, sem acento, segundo o amigo Facebook) e a primeira menina a ser inserida na turma criada para os quadrinhos  – que, mais tarde, virou Turma da Mônica. Praticamente uma revolução feminista, gente.

A fan page da Turma publicou no álbum Entrevistas MSP (Mauricio de Sousa Produções), em julho do ano passado, uma entrevista muito bacana com a Monica da vida real,  que atualmente trabalha frente a frente com sua personagem. Se você cresceu acompanhando (e amando) as histórias engraçadinhas da nossa querida aniversariante, vale a pena ler (ou até reler) agora, clicando na tirinha.

tirinha-da-mônica

 

E pra quem  ficou com saudades, o Portal da Turma da Mônica tá cheio de quadrinhos virtuais. Corre lá.

Happy New Beatles

Happy New Beatles

Pra começar bem o ano no meu primeiro post de 2013, vamos falar de coisa boa, vamos falar da iogurteira Top Term. Vamos falar de Besouros (os que tinham um pequeno talento musical)!

The Beatles Project, criado por Léo Xavier e Daniel de Sousa (lá da Paraíba), teve início no finalzinho do ano passado e gerou um videoclipe muito bacana. Os caras conseguiram coletar vídeos de fãs do Brasil inteiro – e até de outros países – e o resultado foi muita gente apaixonada mostrando que não tem medo de ser feliz. Veja só:

Como a iniciativa chamou a atenção e despertou a curiosidade em muita gente, fiz umas perguntinhas ao Léo.

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De onde surgiu a ideia do projeto?
Eu já fiz parte de algumas campanhas e homenagens a bandas feitas na internet e organizadas por fãs. Sempre tive vontade de montar um projeto grandioso e que juntasse edição de vídeo+música. Vi um vídeo feito para o Michael Jackson, que era todo feito por fãs, mas foi tudo organizado por uma gravadora, e com o conhecimento das pessoas que cuidavam da carreira do, então, cantor. Gostei muito da ideia e fiquei com vontade de fazer algo igual, tinha medo de começar sozinho e não dar certo, mas ao passar o tempo, conversando com meu colega de faculdade (Daniel), vi que ele tinha as mesmas vontades relacionadas a projetos, música e internet, daí soltei pra ele a ideia e a gente foi montando o FanVideos Project.

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Como foi realizada a escolha da música (já que os Beatles têm TANTAS e fica difícil escolher)?
Nós, logo quando começamos o projeto, escolhemos a banda por gosto pessoal, aí ficamos na dúvida entre várias músicas, fomos eliminando até deixar três, criamos nossa página no Facebook e fizemos uma enquete, e foi por essa enquete que “All My Loving” foi a escolhida.

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Quanto tempo vocês levaram, desde o recebimento dos vídeos até a conclusão da edição? 
Um mês, mais ou menos. Nós criamos nossa página em setembro, mas mantivemos segredo sobre o projeto até o dia 31 de outubro e, a partir desse dia, começamos a receber vídeos. Concluímos na segunda semana de dezembro.

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Ficaram satisfeitos com o resultado?
Sim, bastante. Por ser nosso primeiro trabalho de co-criação e que tivemos que construir um projeto do zero, ver esse resultado foi demais! Ainda mais por ter conseguido ser bastante noticiado e até uma TV Local daqui da Paraiba ter feito uma matéria conosco, foi muito bom. Mas também vimos que podemos melhorar em muita coisa, por isso queremos continuar com o projeto.

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Já há uma data definida para um novo projeto parecido? Será com a mesma banda?
Então, pretendemos, sim, continuar com o projeto, mas ainda não temos data definida. Iremos fazer de outras bandas e artistas. Estamos agora em um momento de divulgação do primeiro clipe e em busca de apoio para o próximo, estamos aberto a qualquer tipo de proposta de apoio, parceria, seja de fã clube de bandas ou qualquer outro tipo de patrocínio.

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Pra quem gostou, cantou, dançou e ficou com vontade de participar, fica a dica: é só curtir a fan page do projeto (aqui) e acompanhar as próximas datas.

Concurso Cultural Eu Compraria! – Resultado

Concurso Cultural Eu Compraria! – Resultado

Você passou dias e noites matutando, tostou o cérebro de tanto pensar, deixou de trabalhar pra se concentrar em uma ideia genial e, agora, chegou a hora da verdade: você vai ficar sabendo se ganhou o nosso concurso cultural em parceria com a Eu Compraria! Shop. (Caso tenha acabado de acordar do coma, clique aqui pra saber do que se trata e não morrer de curiosidade.)

 

Em ordem decrescente, vamos às frases que mais agradaram nossos jurados tão lindos e sensuais.

5o LUGAR - Victor Pereira
“Eu compraria farinha para fazer farofa!
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4o LUGAR - Gabriela Costa Cruz
“Eu compraria os jurados para garantir que os outros participantes já estão eliminados.
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3o LUGAR - André Rafanhin
“Eu compraria um Bombril para essa frase ter 1001 utilidades.
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2o LUGAR - Odolir Reginatto dos Santos
“Eu compraria um Super Trunfo Tipográfico para meu cliente entender a força da HELVETICA.
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And the Oscar Super Trunfo goes to…
1o LUGAR - Felipe Oliveira Ratm
“Eu compraria paredes com bocas, para que me dessem conselhos, pois ouvidos elas já têm.

 

Um valeu pra todo mundo que participou, uns parabéns a todos os colocados e uns parabéns com um abraço para o Felipe, o grande poeta inspirado vencedor – nossa equipe entrará em contato com você para enviar o prêmio.
Logo a gente volta com mais um concurso. Prometemos.

 

Como ter ideias criativas

Como ter ideias criativas

Se eu fosse iniciar uma trilogia sobre o pesadelo dos profissionais da criação, os títulos seriam: “Fala umas ideias pra mim, rapidinho”, “Em dois minutos você mata essa” e “O briefing é só esse mesmo”.

Publicitários, designers, escritores, desenhistas, artistas, cartoonistas e outros istas têm uma coisa em comum: muita gente (muita mesmo) acha que, por trabalhar com a criatividade, esses caras possuem a facilidade – e a obrigação – de vomitar ideias excelentes o tempo todo, rapidamente e sem a necessidade de receber muitas informações. Afinal, “eles são criativos, né? Quem é criativo já nasceu com o dom, RISOS”.

Esse estereótipo gera uma cobrança muito forte (até mesmo dos próprios criativos), que acaba deixando as ideias com medo e mandando todas para o Mundo Mágico da Puta que Pariu – situação conhecida como “deu branco, já era, perdi meu emprego, sou um nada, vou virar andarilho”. E é pra salvar você dessa desgraça que eu e esta postagem existimos. Comemore!

Conversei com alguns criativos e peguei dicas do que fazer quando tudo o que sobra na sua cabeça é a música do Latino.

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Tiago Moralles, escritor no Penates e redator na Ogilvy & Mather:

“Eu convivo com isso não só na literatura como na profissão. O trabalho criativo é árduo.

Uma coisa que aprendi é que o tempo é inimigo da qualidade. Quanto menos tempo, menos chance de ser bom.

Um exercício que tento fazer é apenas não me cobrar. E esse é o maior dos problemas. Bem maior que o branco.

Costumo dizer que, todo escritor em crise literária, tende a escrever sobre crise literária.

Se ajudar, em 2009 escrevi uma crônica sobre Branco Literário.”

É claro que ajuda, Tiago. E todo mundo quer ler a sua crônica clicando aqui.

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Dino Cantelli (Tio Dino), escritor no site da Playboy e roteirista na Rede Globo:

“Quando você não sabe o que escrever, o truque é falar sobre isso. Você pode falar sobre analogias, comparativos, etc.

O maior bloqueio criativo que existe é se masturbar pensando na esposa.

Quando rola bloqueio comigo, e rola bastante, eu revisito coisas que eu já fiz. Pode te apontar um novo caminho.”

Enquanto falava disso, o Tio Dino escrevia um texto bacana sobre bloqueio criativo, que você pode ler aqui.

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Diego Jock, gerente de marketing na Editora Contexto:

“O negócio é encarar a Ideia como um relacionamento, um affair, e não se desesperar.

Às vezes você acorda, e ela já está lá, te levando café na cama. Em outro momento, ela resolve ficar em casa largadona, enquanto você precisa levar o cachorro pra cagar lá fora – vocês voltam abanando os rabinhos e adivinha: lá está ela.

Porém, todo relacionamento uma hora acaba. Quando ela resolver fazer as malas e se for, só há um remédio: Odair José na vitrola e um bom porre de whisky.
 
Dê tempo ao tempo, e tudo se acerta.
Olha, da primeira vez que eu estive aqui
foi só pra me distrair
eu vim em busca de amor

Olha, foi então que eu lhe conheci
naquela noite fria
nos seus braços meus problemas esqueci

Olha, a segunda vez que eu estive aqui
Já não foi pra distrair
Eu senti saudade de você

Olha, eu precisei do seu carinho
eu me sentia tão sozinho já não podia mais le esquecer

Eu vou tirar você desse lugar
eu vou levar você pra ficar comigo
e não me interessa o que os outros vão pensar

Eu sei que você tem medo de não dar certo
pensa que o passado vai estar sempre perto
e que um dia eu posso me arrepender

E eu quero que você não pense em nada triste
pois quando o amor existe
não existe tempo pra sofrer

Eu vou tirar você desse lugar
eu vou levar você pra ficar comigo
e não me interessa o que os outros vão pensar”
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Gostou dos conselhos do Tiago, do Dino, do Diego e do Odair, mas ainda quer mais?

O site gringo Project of How ensina diversas técnicas criativas interessantes – não manja inglês? O Google ajuda. Uma delas é bem conhecida, mas já funcionou tanto comigo que vale a pena lembrar:

Esvazie o cérebro. (Empty your brain)

Pegue uma folha de papel em branco, uma caneta e escreva absolutamente tudo o que vier na sua cabeça – por experiência própria, rasgue, queime ou jogue no mar depois, porque vai sair muita merda e pode dar uma maior ainda caso alguém leia.

Tudo anotado e não sobrou mais nada na cachola? Agora você tem todo o espaço livre para ideias novinhas. Juro que funciona.

 

Visite o site e conheça outras técnicas legais. Depois venha contar se deu certo e me abraçar.

Uma sala, um sofá e toda a criatividade

Uma sala, um sofá e toda a criatividade

Não sei vocês, mas eu penso assim: as pessoas mais criativas da galáxia são as que desenvolvem as aberturas de Os Simpsons, fim de papo. Transformar a mesma salinha com sofá sem graça em cenário de situações malucas e engraçadas não é pra qualquer um, e é por isso que essa galera criativa merece ser fonte de inspiração.

Discorda? Então veja os vídeos abaixo e mude de ideia.

Não sabe se concorda, tá em cima do muro? Então desça e clique no play, seu sem opinião.

Concorda? Te amo.

 

Compilações de cenas com o sofazinho marrom:

 

Se inspirou? Então aproveite pra participar do nosso Concurso Cultural, aqui, ó. Vai só até o dia 28/11.

Concurso Cultural Eu Compraria!

Pra selar de vez essa parceria lindona, o ComuniCriação e a Eu Compraria! Shop resolveram unir as forças criativas e lançar um concurso cultural.

“Eba! Quero participar. Quero ganhar prêmio. Quero ter fama e glamour.” – Eu sei, e é pra você que eu coloco o regulamento aqui:

PERGUNTAS FREQUENTES (ignorando o fato de que é nosso primeiro concurso, claro):

1) Pra onde eu envio minha frase extremamente criativa?

contato@comunicriacao.com

 

2) Posso enviar mais de uma frase?

Aceitaremos até duas por participante, porque somos bem legais. Lembrando que elas não precisam envolver situações reais, nem o blogue e a loja, o tema é 100% FREE.

 

3) Saco de quem eu tenho que puxar? Quer dizer, quem são os caras que vão me julgar?

Bia Leotta (ComuniCriação)

Bianca Brancaleone (Eu Compraria! Shop)

Gabriel Lima (ComuniCriação)

Guilherme F Aranha (ComuniCriação)

Guilherme Serrano (Eu Compraria! Shop)

Helena Perdiz (ComuniCriação)

Marcos Ravena (ComuniCriação)

Priscila Pereira (ComuniCriação)

 

4) Decidi que minha missão de vida é ganhar o concurso. E agora?

Seja muito, mas muito criativo. O dono da frase mais bacana vai levar o prêmio e as cinco melhores frases vão ser postadas aqui.

 

CORRA. Você só tem de 14 a 28 de novembro pra participar.

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Atualização (05/12): Resultado do concurso aqui.

Curta um curta: Vincent, do Tim Burton

Curta um curta: Vincent, do Tim Burton

Timothy William Burton (Tim Burton, para os íntimos – tipo todo mundo) é, hoje, um cineasta renomado. Mas, assim como eu, você e todas as outras pessoas ricas e famosas da galáxia, ele precisou de um começo: no mundo dos curtas, esse começo ganhou o nome de Vincent, uma animação feita em stop motion e narrada pelo ator Vincent Price, em 1982.

Assista e conte o que achou (ou não conte nada, é um direito seu).