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Infográfico | Mulheres Online

Infográfico | Mulheres Online

Na semana passada, o Dia Internacional da Mulher trouxe muitas discussões sobre o real significado da data e o fato dela ter se tornado comercial. Mas, como eu sou da paz, não vim aqui pra discutir porra nenhuma. Vim pra informar, que é bem mais interessante.

(Chupa, galera bravinha!)

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Infográfico | Seus pais no Facebook

Infográfico | Seus pais no Facebook

Peter Kim é de Seattle e, olha só que honra: meu mais novo correspondente gringo para o ComuniCriação. A partir de hoje, ele vai me enviar infográficos muito bacanas e eu, boazinha que sou, vou traduzir todos pra vocês. Começando com uma facebookada marota nos pais. Afinal, eles estão no seu, no meu e no nosso Facebook.

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Hora do Almoço #2 – The Last Stand 2

Hora do Almoço #2 – The Last Stand 2

Aproveitando a contagem regressiva para a volta de Walking Dead, resolvi trazer um pouco mais de zumbis, sangue, tiros e principalmente desespero. Depois de falar de Kingdom Rush e de toda a sua diversão ao estilo idade média, com magos, cavaleiros e arqueiros, o lance agora ficou mais bruto.

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Hora do Almoço #1 – Kingdom Rush

Hora do Almoço #1 – Kingdom Rush

Há tempos que eu queria fazer algo diferente aqui no blog. E a entrada do Henry falando sobre cinema, filmes e tals me motivou ainda mais a buscar algo diferente. A princípio, quis reunir coisas que todo mundo adora, mas ninguém costuma falar muito.

Num insight, juntei três paixões das pessoas: games, blogs e almoço. Sim, almoço, afinal, quem nunca usou a horinha mais sagrada e bacana do dia para se enfurnar na internet atrás de jogos.

Claro, jogos em flash ou jogos online. Sobre plataformas, muita gente já fala. Sobre flashs, quase ninguém, e é sobre isso que eu quero falar na estreia da nova coluna.

 

Então, antes de falar sobre novidade, um review sobre um dos meus favoritos da internet entre todos: Kingdom Rush.

Kingdom Rush foi uma grata surpresa na Chrome Store. A primeira vez que acessei a página de aplicativos do navegador, ele era destaque. Não resisti às belas ilustrações e resolvi arriscar.

peek_krdesert

 

kingdom_rush_tower_defence1

 

Desenvolvido pela Iron Hide (e que por sinal manda muito bem), Kingdom Rush não tem necessariamente uma história, nem enredo – pelo menos a princípio. A única coisa que ele tem são torres, magos, cavaleiros e muitos, mas muitos inimigos querendo destruir o seu reino (que nem aparece).

Seguindo a linha dos típicos Tower Defense, em Kingdom Rush você tem que proteger o seu castelo imaginário colocando uma série de magos, anões com bombas, arqueiros e cavaleiros para travar a investida inimiga.

kingdom-rush

Conforme você vai passando de fase, suas torres começam a ganhar upgrades (que você pode ir colocando com a grana arrecadada a cada investida) ou também de poderes, como convocar uma tropa (de 2) de cidadãos e até uma bombardeio divino.

Os inimigos, claro, também vão ficando mais fortes, mais difíceis e, num estágio bem avançado, sua tela corre o sério risco de apenas transmitir fogo, chamas e sangue, de tanta briga que tem.

Novamente digo que o enredo não é aquele roteiro que você vá se preocupar. É simplesmente fazer de tudo para se defender.

Ótimos gráficos, grandes ilustrações, boa resposta de jogo e muitas horas de diversão, Kingdom Rush só peca num aspecto: demora MUITO, mas MUITO para carregar (30Mb). Em compensação, dá para salvar seu jogo em 3 files diferentes e dar upgrades e até investimentos no que quiser, dando bem a sua cara para o jogo.

Um ponto importante e que, para mim, se torna o maior atrativo do jogo, é a dificuldade. Analisar um game pela sua dificuldade depende muito do jogador. Eu gosto de jogos difíceis, daqueles que eu chego a ficar com raiva de verdade por não conseguir passar de uma fase e a exigência estratégica de Kingdom Rush é excelente.

Muitos inimigos, inimigos rápidos, dificuldade em pegar uma grana boa, mal posicionamento do time, enfim, tudo isso dá um tempero especial para um jogo que você acha ridiculamente fácil nas duas primeiras fases, mas acaba por arrancar os cabelos a cada novo nível.

Aliás, o jogo é tão bom e faz tanto sucesso que a Iron Hide, inclusive, lançou sua versão para iPad e iPhone na Apple Store, que dá para garantir horas e mais horas de diversão não só na hora do almoço.

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CONSIDERAÇÕES

 Gráficos: 10

Jogabilidade: 9

Dificuldade: 10 (vai ficando mais e mais foda)

Áudio: 9 (pelas falas dos personagens)

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Vale a pena jogar durante o almoço? Muito.

 

E para quem quiser jogar, o link para o jogo é esse aqui para Chrome ou aqui para outros navegadores.

 

OBS: O intuito da coluna é apresentar passatempos para sua hora de almoço. Não me julgue por ter postado depois.

Maguila e a publicidade da cultura popular

Maguila e a publicidade da cultura popular

Nesta última semana, temos visto notícias sobre a saúde de um dos maiores pugilistas do Brasil. José Adilson Rodrigues dos Santos, vulgo Maguila.

De um cara como Maguila, teríamos muitas coisas pra falar. Quem não lembra da sua participação no programa CQC, no quadro “O Povo Quer Saber”, onde ele apenas foi ele mesmo: brucutu, simples e sincero? Mandou logo um “comigo não tem nada de metro, aqui é centímetro, 30 centímetro”. Sobre a carreira dele então, precisaríamos de um bom tempo.

Como o assunto é criatividade, me lembrei da campanha comemorativa ao primeiro ano da Revista GQ. Os anúncios são do ano passado e até foram bastante divulgados e comentados na internet, mas a questão aqui é o Maguila, caricatura do macho brasileiro, explorado com sucesso pelo pessoal da Lew’Lara\TBWA. Depois de virar leitor da revista, Maguila transformou-se em ex-Maguila e passa a dar dicas de estilo, listando coisas bregas com muito bom humor. Destaque para as “brincadeiras” ao final de cada video, incentivando o usuário a compartilhar.

Personalidades como o Maguila são um prato cheio para publicitários que tem um olhar apurado e a criatividade treinada.

Veja abaixo:
(Caso não consiga visualizar ou os vídeos estejam trocados, vejam no canal da GQ no YouTube).

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Top 10 Basf

Top 10 Basf

O ComuniCriação é um blog que fala mais do que publicidade. Acredito até que a gente prefere falar da essência dela, a criatividade.
Há tempos que surgiu um vídeo que falava sobre 29 maneiras de se manter/se tornar criativo. O mais incrível desse vídeo é que logo de primeira, ele cita uma das coisas que eu mais gosto de fazer, que são listas.

Já fiz listas sobre tudo: meus 10 filmes preferidos, meus 50 livros favoritos, minhas 5 atrizes de Hollywood e até meus 200 jogos de videogame favoritos. Eu faço lista para tudo, inclusive para música.

Esses dias me deparei com um compartilhamento um tanto incomum do Não Salvo. Era um Tumblr que fazia listas de músicas com uma fita Basf. Sim, uma fita Basf, iguais àquelas que a gente gravava bastante no meio da década de 90.

fita-cassete

Bom, sobre o Tumblr Top 10 Basf, dá para dizer que o autor, Fred Fagundes, seleciona sempre 10 canções fodas bacanas sobre um determinado tema. Digo fortemente que por ser viciado em listas e também em música, tive amor à primeira vista com o Tumblr e fiquei ouvindo quase todas as listas durante o dia.

Bom, fui atrás do Fred para saber mais sobre o Top 10 Basf, a idealização do projeto, enfim, tudo o que eu quis perguntar a ele logo quando descobri a página. E perguntei. Confira aí:

- Como surgiu a ideia do projeto?

Em julho de 2011 eu fui morar em São Paulo. O começo foi difícil por vários motivos. Além da saudade dos amigos e da namorada – que ficou em Cuiabá (MT), havia a dificuldade em arrumar um apartamento pra morar. Durante 3 meses fiquei no QG do PapodeHomem, onde eu trabalhava como editor. E, cara, trabalhar e morar no mesmo local, por mais divertido que ele seja, nunca é uma experiência das mais saudáveis.

Assim, no meio de uma madrugada, ainda no escritório, decidi fazer uma lista de músicas que me lembrassem os amigos. Surgiu um post no Facebook. Com tantos compartilhamentos e elogios, achei justo juntar mais playlists – que, aliás, é algo que sempre gostei de fazer. Nasceu o top10basf.

 

- Por que o uso da fita?

Porque já escrevi um post sobre o ritual de montar uma playlist. Tá no meu antigo e finado blog. Inclusive, nesse post eu dou cinco dicas para gravar uma fita infalível. Vale a pena dar uma olhada.

 

- Havia uma pretensão de o projeto ser grandioso ou era apenas uma ideia?

Nunca houve. Era – e ainda é – apenas uma brincadeira. Um tipo de serviço de fornecimento de playlists para músicas e momentos. Nunca ganhei 1 centavo com esse projeto. O divertido mesmo é ver os amigos compartilhando, conhecendo bandas novas e sugerindo temas de listas. O barato mesmo está no desafio.

O Cid, o Ivo e o Luide me convidaram pra fazer parte do Portal Não Salvo. Isso deu uma projeção maior ao Tumblr e me trouxe uma responsabilidade sadia de mantê-lo atualizado.

 

- Você pensa em criar outras listas nesse estilo?

Com certeza. Tenho usado muito as sugestões que chegam pela fan page ou pelo meu Twitter. Aliás, quem tiver, por favor, envie! :)

 

 

E para deixar o post mais legal ainda, montamos o Top 10 Basf do ComuniCriação, com direito até a capa feita pelo Fred para você curtir aí embaixo entre um job e outro.

top10comunicriacao

Enquanto isso, eu me despeço caçando novas listas, músicas e outras coisas pela net.

Boa sexta-feira a todos e, quem sabe, até a próxima.

Placas de sinalização transformadas em arte

Placas de sinalização transformadas em arte

Você sabe o que é feito com aquelas placas de sinalização e bancos que não são mais aproveitados? Bom, no Canadá isso vira arte. A empresa de transporte municipal STM decidiu dar uma “cara nova” a esses objetos tantas vezes sucateados, em mobiliário urbano. Isso mesmo! E ainda disponibilizou isso em praças e ambientes para a população relaxar e se divertir. O conceito da ação é reutilização+ criatividade=mobiliário urbano. Simplesmente foda.



Bem que aqui em terras tupiniquins poderíamos ter ações parecidas.

O que vocês acham, criativos ?

Já passou na Loja de Histórias hoje?

Já passou na Loja de Histórias hoje?

Na verdade, na Loja de Histórias não se vende nada, apenas se troca. Se uma imagem vale mais que mil palavras, podemos chamar a Loja de Histórias de “casa de câmbio”. O projeto funciona assim: você envia uma foto – de preferência de sua autoria e sem nenhuma informação sobre ela – e o publicitário e escritor Pedrinho Fonseca se inspira nela para criar um conto, que não necessariamente é uma legenda da sua imagem ou tem traços de realidade. Vendo pela primeira vez o projeto dá pra perceber que ele é voltado para pessoas íntimas da fotografia, mas acredito que qualquer pessoa pode contribuir com sua foto e receber um belo texto de presente.

Pedro - Loja de Histórias

Pedro, criador do projeto.

Dono desse projeto encantador, Pedro escreve com a alma. E isso, acredito eu, deve-se ao treino diário de sentir cada imagem e criar filmes inteiros baseados em apenas um frame.

Concurso Cultural Eu Compraria! – Resultado

Concurso Cultural Eu Compraria! – Resultado

Você passou dias e noites matutando, tostou o cérebro de tanto pensar, deixou de trabalhar pra se concentrar em uma ideia genial e, agora, chegou a hora da verdade: você vai ficar sabendo se ganhou o nosso concurso cultural em parceria com a Eu Compraria! Shop. (Caso tenha acabado de acordar do coma, clique aqui pra saber do que se trata e não morrer de curiosidade.)

 

Em ordem decrescente, vamos às frases que mais agradaram nossos jurados tão lindos e sensuais.

5o LUGAR - Victor Pereira
“Eu compraria farinha para fazer farofa!
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4o LUGAR - Gabriela Costa Cruz
“Eu compraria os jurados para garantir que os outros participantes já estão eliminados.
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3o LUGAR - André Rafanhin
“Eu compraria um Bombril para essa frase ter 1001 utilidades.
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2o LUGAR - Odolir Reginatto dos Santos
“Eu compraria um Super Trunfo Tipográfico para meu cliente entender a força da HELVETICA.
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And the Oscar Super Trunfo goes to…
1o LUGAR - Felipe Oliveira Ratm
“Eu compraria paredes com bocas, para que me dessem conselhos, pois ouvidos elas já têm.

 

Um valeu pra todo mundo que participou, uns parabéns a todos os colocados e uns parabéns com um abraço para o Felipe, o grande poeta inspirado vencedor – nossa equipe entrará em contato com você para enviar o prêmio.
Logo a gente volta com mais um concurso. Prometemos.

 

Concurso Cultural Eu Compraria!

Pra selar de vez essa parceria lindona, o ComuniCriação e a Eu Compraria! Shop resolveram unir as forças criativas e lançar um concurso cultural.

“Eba! Quero participar. Quero ganhar prêmio. Quero ter fama e glamour.” – Eu sei, e é pra você que eu coloco o regulamento aqui:

PERGUNTAS FREQUENTES (ignorando o fato de que é nosso primeiro concurso, claro):

1) Pra onde eu envio minha frase extremamente criativa?

contato@comunicriacao.com

 

2) Posso enviar mais de uma frase?

Aceitaremos até duas por participante, porque somos bem legais. Lembrando que elas não precisam envolver situações reais, nem o blogue e a loja, o tema é 100% FREE.

 

3) Saco de quem eu tenho que puxar? Quer dizer, quem são os caras que vão me julgar?

Bia Leotta (ComuniCriação)

Bianca Brancaleone (Eu Compraria! Shop)

Gabriel Lima (ComuniCriação)

Guilherme F Aranha (ComuniCriação)

Guilherme Serrano (Eu Compraria! Shop)

Helena Perdiz (ComuniCriação)

Marcos Ravena (ComuniCriação)

Priscila Pereira (ComuniCriação)

 

4) Decidi que minha missão de vida é ganhar o concurso. E agora?

Seja muito, mas muito criativo. O dono da frase mais bacana vai levar o prêmio e as cinco melhores frases vão ser postadas aqui.

 

CORRA. Você só tem de 14 a 28 de novembro pra participar.

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Atualização (05/12): Resultado do concurso aqui.

The Slow Mo Guys

The Slow Mo Guys

Não se assustem, esse não é um post fantasma. Eu estou vivo e de volta às sextas-feiras do ComuniCriação.
Mas, eu não vim falar da correria de TCC, e sim de algo muito legal e que, desde pequeno, me fascina: o slow motion. E isso me fascina tanto que eu ainda penso em usar esse recurso em algum VT.
Vasculhando a internet procurando imagens sobre molotov, me deparei sem querer com este canal.
Não sei muito sobre a história de Gavin e Dan – apenas o fato de Gavin ser um cineasta e que manja muito trabalhar com isso.
No canal, eles basicamente testam inúmeras insanidades e em slow motion. Um pouco parecido com a Supercamera da Discovery, porém menos científico.
Como eu disse das fotos de molotv, quero deixar pra vocês esse video em que eles jogam um contra uma parede.

Talvez eu tenha acordado de um profundo coma e vocês já conheçam. Caso o contrário, o canal dos caras é esse aqui.

Divirtam-se bastante e até a próxima sexta.

“Everything is like Facebook” – a continuação

Já falei por aqui sobre as paródias relacionadas ao vídeo “Things That Connect Us”. E agora o próprio Facebook resolveu brincar com a história.

Piscinas, bolos e o Halloween aparentemente também são como o Facebook, segundo as fotos que a própria equipe do Mark andou postando há uns dias atrás.

O curioso é que o tema “Are like Facebook” não foi muito bem visto pelo público. Muitos usuários acharam a ideia pretenciosa e/ou boba. E lá vem ela de novo.

Pra mim, uma coisa é o viral espontâneo, as paródias. Outra coisa é você forçar o assunto pra ser cool. Até que ponto isso é legal?

Vamos lá, complete a frase você também: “ __________ are like Facebook”.

 

 ”Piscinas são cheias de pessoas. Algumas conhecemos e outras não. E às vezes você vê algo que não deveria. Por isso as piscinas são um pouco parecidas com o Facebook”.

“Bolos de aniversário são feitos para as pessoas ficarem juntas. Ele oferece os amigos um lugar para celebrar. Mas muito bolo provavelmente não é saudável e por isso ele é muito parecido com o Facebook.”

“O Halloween dá chance para as pessoas serem assustadoras, divertidas, sexys ou as 3 coisas juntas. Ele faz as pessoas se expressarem e por isso é parecido com o Facebook”.